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Saúde Caixa e banco 100% público são prioridades

Sem boa saúde não há condições de desenvolver bem as atividades profissionais. Entendendo a necessidade de ter um acompanhamento adequado, sobretudo com a rotina de trabalho alucinante nas agências, os empregados da Caixa têm como prioridade máxima a manutenção do atual modelo de custeio plano de saúde. Se a fórmula acabar, muitos bancários poderão ficar sem o convênio médico.

Embora possa gerar um problema grave, que compromete até a sustentabilidade do Saúde Caixa, a direção da empresa insiste em aplicar a resolução 23 da CGPAR (Comissão Interministerial de Governança Corporativa e de Administração de Participações Societárias da União). A medida estabelece a cobrança da mensalidade por beneficiário, de acordo com a faixa etária e/ou renda.

Insensível, a direção do banco encerrou, no sábado, 31 de julho, o GT Saúde Caixa, que tentava construir um modelo viável aos empregados. Diante do cenário, a defesa do Saúde Caixa se torna prioridade número 1 para os empregados do banco. O assunto foi um dos centro dos debates do encontro da Caixa, realizado no sábado, como parte das atividades da Conferência dos Bancários da Bahia e Sergipe.

Além do Saúde Caixa, é preciso defender também a manutenção do banco 100% público. As investidas da atual gestão e do governo federal comprometem o papel da principal instituição financeira do país, responsável pela execução de importantes programas de inclusão social, a exemplo do Bolsa Família.

Em meio a um cenário de terror, agravado com a cobrança de metas desumanas que tem elevado o índice de adoecimento na empresa, os empregados lembraram de uma importante vitória: a eleição da Chapa 1 - A FUNCEF é dos Participantes, no pleito ocorrido no fim de julho. Agora, os representantes dos empregados poderão defender os direitos dos participantes e assistidos do terceiro maior fundo de pensão do país, com R$ 80 bilhões em ativos.

Durante o encontro, os participantes também elegeram a delegação da Bahia e Sergipe que participa do CONECEF, nesta sexta-feira e sábado (05/08 e 06/08). Da Bahia serão 16 delegados e de Sergipe, 3. Da AGECEF-BA participam o diretor Antônio Messias (titular) e Érico de Jesus (suplente). A Associação também vai ganhar representatividade na CEE/Caixa, com a participação de Sâmio Cássio na suplência. A titularidade é de Emanoel Souza.

Redação AGECEF/BA

 

 

 

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